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http://hdl.handle.net/20.500.12207/4750
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Title: Comunicação individual e comunicação social: A sua relação com o apoio social, autoconceito, temperamento e êxito
Authors: Faria, Maria Cristina Campos de Sousa
Orientador: Serra, Adriano Supardo Vaz
Keywords: Estudantes
Comunicação pessoal
Auto-Conceito
Temperamento
Apoio social
Medo do êxito
Issue Date: Jul-1993
Citation: Faria, M. (1993). Comunicação individual e comunicação social: A sua relação com o apoio social, autoconceito, temperamento e êxito. (Dissertação de mestrado não publicada). Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação.
Abstract: É expectável que a relação do Eu com o Eu melhore com a relação do Eu com o Outro(s). Observaremos uma personalidade rodeada de apoio social e de êxito, que sabe lidar adequadamente com as situações do quotidiano. Neste estudo procurámos investigar de que forma o conhecimento pessoal e a interacção que o indivíduo estabelece consigo próprio (autoconceito) está relacionado com a sua capacidade de ter êxito, possuir apoio social e apresentar um temperamento que lhe permita relacionar-se positivamente com os outros (sociabilidade). A amostra é constituída por 277 indivíduos na sua maioria estudantes, sendo 123 do sexo masculino e 154 do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 20 e os 60 anos. Aplicou-se o Inventário Clinico de Auto-Conceito (Vaz Serra, 1985) mais três instrumentos que foram alvo de adaptação para a população portuguesa, de acordo com procedimento habitual, a saber: Escala de EAS de Temperamento para Adultos (A.Buss & R. Plomim, 1984; M.C. Faria, 1993); Escala de Apoio Multi-Dimensional (H.R. Winefield, A.H. Winefield e M Tiggeman, 1992; M.C. Faria, 1993); Escala de Medo do Êxito (Zuckerman e Allison, 1976, M.C. Faria, 1993). A análise da correlação canónica efectuada mostra a existência de duas tendências. Os indivíduos que têm um elevado auto-conceito e que implicitamente, estabelecem uma comunicação intra-individual adequada são pessoas que também apresentam uma comunicação intersocial, pois, relacionam-se facilmente, sabem controlar as suas emoções mostrando-se calmos e não têm medo. São indivíduos que sentem ter apoio social quando necessitam dele; sabem que podem sempre contar, dum modo especial, com a família e amigos íntimos. Estes indivíduos não têm tendência a se avaliarem dum modo negativo, nem a percepcionarem um afecto negativo, bem como, não apresentam uma percepção negativa de competição. Os indivíduos temperamentais, que não sabem comunicar consigo próprios, apresentam um auto-conceito pobre e baixo nível de autoeficácia; parecem ter tendência a serem sociáveis embora sejam facilmente emocionáveis e sensíveis a medos; o que não proporcionará interacções sociais muito gratificantes. Verificou-se que as mulheres da amostra têm maior tendência a serem mais temperamentais do que os homens, já que apresentam elevado grau de emocionalidade e têm mais medos do que os homens. Por outro lado, as mulheres parecem ser mais comunicativas e sociáveis, isto é, estabelecem relações com os outros de um modo mais fácil, pelo que mostram uma sociabilidade mais elevada do que os indivíduos do sexo masculino.
URI: http://hdl.handle.net/20.500.12207/4750
Designation: Dissertação de mestrado em Psicologia, na área de especialização em Psicologia da Educação, Universidade de Coimbra, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, 1993
Appears in Collections:D-ECSC - Dissertações de Mestrado

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